sábado, 1 de novembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Um casamento, um ciclone, e o regresso ao futuro

Ora mais uma vez, o Doutor Vasco Trindade, nosso mui estimado companheiro de armas e guerra, enviou-nos mais umas fotos das suas incursões pelos caminhos deste nosso belo, simples e sempre cheio de histórias Portugal.

Depois da aventura SETI em busca de vida extra-terrestre em Silvares, o nosso atento colaborador cruzou-se com este romântico casamento à tradicional maneira lusa...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
1X2

Totobola 1 X 2
Recordando velhas glórias do futebol português, venho aqui falar do já retirado jogador croata Dragan Punisic, nascido a 1-3-1966 (portanto já fez 42 anos, parabéns, pá!), que jogou, entre outros, no Castellón, Farense e no Beira-Mar. Médio ofensivo, o verdadeiro número 10, neste último conjunto dava um toque de classe a uma equipa onde pontificavam jogadores como o robusto central Dinis, o carregador de piano Eusébio ou ainda o velocista das pernas tortas Dino.Mas a saída do croata de Aveiro é que é uma história rocambolesca. O Beira-Mar não ia bem na tabela (e acabou por descer nessa época) e Punisic foi durante a semana ao café mais perto do Estádio Mário Duarte, como ia muitas vezes, registar o totobola. Acontece que o Beira-Mar jogava em casa nesse domingo contra uma equipa do “seu” campeonato (agora não faço ideia qual, peço perdão… já foi há uns anos). Punisic apostou 2 nesse jogo. Foi o seu erro.O dono do café achou estranho e dirigiu-se ao Estádio para contar ao presidente o prognóstico do jogador, isto ainda antes do tempo de Mano Nunes. O jogador foi imediatamente suspenso de toda a actividade (o seu nome foi retirado da lista dos convocados para esse jogo) e iniciou-se um processo que culminou com o seu despedimento dias depois.Felizmente para o mundo do futebol, Punisic assinou pelo Farense para a época seguinte. E o Beira-Mar desceu.
Recordando velhas glórias do futebol português, venho aqui falar do já retirado jogador croata Dragan Punisic, nascido a 1-3-1966 (portanto já fez 42 anos, parabéns, pá!), que jogou, entre outros, no Castellón, Farense e no Beira-Mar. Médio ofensivo, o verdadeiro número 10, neste último conjunto dava um toque de classe a uma equipa onde pontificavam jogadores como o robusto central Dinis, o carregador de piano Eusébio ou ainda o velocista das pernas tortas Dino.Mas a saída do croata de Aveiro é que é uma história rocambolesca. O Beira-Mar não ia bem na tabela (e acabou por descer nessa época) e Punisic foi durante a semana ao café mais perto do Estádio Mário Duarte, como ia muitas vezes, registar o totobola. Acontece que o Beira-Mar jogava em casa nesse domingo contra uma equipa do “seu” campeonato (agora não faço ideia qual, peço perdão… já foi há uns anos). Punisic apostou 2 nesse jogo. Foi o seu erro.O dono do café achou estranho e dirigiu-se ao Estádio para contar ao presidente o prognóstico do jogador, isto ainda antes do tempo de Mano Nunes. O jogador foi imediatamente suspenso de toda a actividade (o seu nome foi retirado da lista dos convocados para esse jogo) e iniciou-se um processo que culminou com o seu despedimento dias depois.Felizmente para o mundo do futebol, Punisic assinou pelo Farense para a época seguinte. E o Beira-Mar desceu.
O Farense esse quase desapareceu, talvez agora com uns milhõezitos da venda do S. Luis dê para levar o clube a jogar no dispendioso Estádio do Algarve...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O avesso e o direito


O Avesso e o Direito é o primeiro livro de Albert Camus. Foi publicado ainda na Argélia, em 1937, com a tiragem muito discreta de 350 exemplares. Só em 1958, quando o autor já se tinha tornado uma celebridade, é que o livro seria reeditado, desta vez em França. E contudo, este livro impregna toda a restante obra de Camus. Estão aqui presentes o fascínio da luz e da felicidade, as primeiras suspeitas do absurdo («toda a absurda simplicidade do mundo»), os temas do silêncio, da mãe, da indiferença mas também do amor, que irão perpassar ao longo de todos os seus outros romances, e também de muitas das suas reflexões. A presente edição inclui também o Discurso que Camus proferiu em Dezembro de 1957, em Estocolmo, durante a cerimónia em que lhe foi entregue o prémio Nobel de literatura. É um texto que resume bem a sua concepção do ofício de escritor: este «não pode hoje pôr-se ao serviço daqueles que fazem a história; tem antes de servir aqueles que a sofrem.»
"Constatar o absurdo da vida não pode ser um fim, mas apenas um começo"
«Você sabe o que é o encanto? é ouvir um sim como resposta sem ter perguntado nada.»
«Os tristes têm duas razões para o ser: ignoram ou esperam»
“Eu amo a vida, eis a minha verdadeira fraqueza. Amo-a tanto,que não tenho nenhuma imaginação para o que não for vida.”
"Não há amor generoso senão aquele que se sabe ao mesmo tempo passageiro e singular"
«Um grande escritor sempre traz consigo o seu mundo e a sua prédica»
“Um destino não é uma punição.”
“Não há destino que não se transcenda pelo desprezo.”
“Há gente que é feita para viver e gente que é feita para amar.”
“O que é, com efeito, o homem absurdo? Aquele que, sem o negar, nada faz pelo eterno”.
A safadita foi abordada por Sam em Aljezur. Disse entredentes que não era árabe mas cristão-nova.
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